Economia
Balança comercial do Amazonas soma US$ 1,91 bilhão em agosto
Montante é puxado pelas importações de insumos industriais, que somaram US$ 1,82 bilhão
Pátio portuário |
A Balança Comercial do Amazonas registrou uma corrente de comércio de US$ 1,91 bilhão em agosto de 2026. O resultado foi impulsionado pelas exportações de US$ 91,88 milhões, com Colômbia e China como principais destinos, e pelas importações de US$ 1,82 bilhão, vindas prioritariamente da China e da Coreia do Sul.
Os dados fazem parte do estudo produzido pelo Departamento de Estatística e Geoprocessamento (Degeo) da Secretaria Executiva de Planejamento (Seplan) da Sedecti.
A Colômbia destacou-se como o principal destino das exportações no mês, somando US$ 10,53 milhões no segmento de “Outras preparações alimentícias” produto que representou 54,90% do total exportado.
A China destacou-se nos dois fluxos do comércio exterior do estado. Nas exportações, teve o “Ferronióbio” como principal item enviado, somando US$ 15,33 milhões, o que corresponde a 85,07% das exportações. Já nas importações, figurou como a principal fornecedora do Amazonas, impulsionada pelo envio de “Outros suportes gravados para reprodução de fenômenos diferentes de som ou imagem”, no valor de US$ 92,01 milhões, representando 13,70% do total importado da China.
A Coreia do Sul ocupou a segunda posição entre as origens das importações, destacando-se pelo envio de “Memórias”, que somaram US$ 157,75 milhões e representaram 67,83% dos produtos importados do país.
Municípios
O levantamento da Sedecti também aponta os principais municípios amazonenses no comércio exterior. Presidente Figueiredo liderou as exportações com o envio de “Ferro-ligas” para a China, somando US$ 15,33 milhões. Tefé ocupou a segunda posição ao exportar “Cocos e Castanhas” para o mesmo destino, movimentando US$ 529,27 mil.
Nas importações do interior, Itacoatiara liderou ao somar US$ 25,92 milhões em “Óleos de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) e preparações não especificadas com 70% ou mais desses óleos ou de minerais betuminosos, os quais devem constituir o seu elemento” vindos dos Estados Unidos. Em segundo lugar, Nova Olinda do Norte movimentou US$ 3,67 milhões com a compra de “Outros veículos aéreos”, também importados dos Estados Unidos.

