Meio Ambiente
Suframa reúne órgãos federais para reforçar combate às queimadas no Amazonas
Força-tarefa mobiliza aeronaves, cerca de 290 brigadistas e equipes de diferentes órgãos para conter o fogo em meio à emergência decretada em 36 municípios
Foto: Isaac Júnior/Suframa
Diante da criticidade do cenário ambiental e do avanço das queimadas que afetam o interior do estado, a sede da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) transformou-se em polo de articulação estratégica. Representantes de órgãos federais e do Governo do Amazonas – que já decretou situação de emergência em 36 municípios – reuniram-se em caráter extraordinário para alinhar e intensificar as frentes de combate ao fogo.
O encontro teve como eixo central a mobilização imediata de recursos humanos e materiais, visando conter as chamas, minimizar os impactos socioambientais na região e reforçar a proteção às comunidades locais que sofrem com os efeitos diretos da estiagem severa e da poluição atmosférica.
Força-tarefa integrada e apoio logístico
A operação conjunta mobiliza uma estrutura robusta de resposta rápida, contando com a participação ativa de pastas ministeriais – como o Meio Ambiente e Mudança do Clima e a Integração e do Desenvolvimento Regional –, além de suporte do Ibama, do Ministério da Saúde, da Força Nacional, da Defesa Civil e da própria Suframa.
Entre os reforços operacionais mobilizados para o estado, destacam-se:
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Frota aérea especializada: Operação com seis aeronaves voltadas para o apoio logístico e combate direto, incluindo aviões tanques para lançamento de água e helicópteros dedicados ao transporte de equipes e suprimentos para áreas de difícil acesso.
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Efetivo em campo: Mobilização de cerca de 290 brigadistas do Ibama atuando de forma concentrada nas frentes críticas de calor.
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Monitoramento e saúde: Acompanhamento contínuo da Defesa Civil Nacional, que mantém emissão de alertas e orientações à população em virtude da alta concentração de fumaça e da qualidade do ar.
A articulação integrada entre as esferas federal, estadual e municipal segue em regime permanente de prontidão para mitigar os danos econômicos, sociais e ecológicos decorrentes da crise ambiental no Amazonas.

