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“Nenhuma fábrica vai fechar em São Paulo para se instalar em Manaus”, diz superintendente da Suframa

O superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, afirmou que a Zona Franca de Manaus continuará sendo um modelo complementar à indústria instalada no restante do país

Polo Industrial de Manaus | Foto: Suframa

A declaração ocorre em meio às discussões sobre os efeitos da reforma tributária e busca responder a uma crítica recorrente ao modelo: a ideia de que os incentivos da ZFM provocariam deslocamento de fábricas de outros estados para Manaus.

“Nenhuma fábrica vai fechar em São Paulo, nenhuma fábrica vai fechar em Belo Horizonte, nenhuma fábrica vai fechar no Rio de Janeiro para se instalar na Zona Franca de Manaus”, afirmou Montenegro, durante a segunda reunião do Conselho de Administração de Suframa (CAS) este ano, nesta terça-feira (30).

Segundo o superintendente, o novo sistema tributário preserva as vantagens competitivas da Zona Franca até 2073 e cria mecanismos para manter Manaus integrada a cadeias produtivas de outros estados.

Um dos principais instrumentos é o crédito presumido, que incentiva empresas a manterem parte da produção no Polo Industrial de Manaus e outra parte em diferentes regiões do país.

A fala ocorre em um momento de expansão do PIM, com sucessivos projetos industriais aprovados pela Suframa e pelo Governo do Amazonas.