Logística
Projeto aposta em Porto Seco de Roraima para conectar Região Norte ao mercado internacional
Empreendimento do Grupo BAMS prevê integração entre Boa Vista, Manaus, Guiana e Venezuela para fortalecer operações de comércio exterior
O projeto do Porto Seco de Boa Vista (RR), que pretende ampliar as alternativas logísticas para o escoamento da produção e a movimentação de cargas na Região Norte, foi apresentado à Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM). Desenvolvido pelo Grupo BAMS, o empreendimento será implantado em Boa Vista após a empresa conquistar a concessão da Receita Federal para operar o terminal alfandegado pelos próximos 25 anos.
De acordo com o Grupo BAMS, o Porto Seco foi concebido para fortalecer as operações de importação e exportação, reduzir custos logísticos e criar uma nova alternativa de integração entre os estados da Amazônia e os mercados internacionais.
Segundo o head de Operações do Grupo BAMS, Alexandre Brito, a proposta busca aproximar o Porto Seco das indústrias e do comércio de Manaus para ampliar as oportunidades de negócios na região.

“Viemos criar uma conexão entre o Porto Seco de Boa Vista e as indústrias e o comércio de Manaus, visando uma sinergia capaz de gerar grandes oportunidades de negócios. Nossa proposta é oferecer uma alternativa logística viável, segura e eficiente para toda a Região Norte”, afirmou.

Foto: Divulgação/Fieam
O projeto prevê a utilização de uma área já estruturada, com aproximadamente 6 mil metros quadrados de área construída, permitindo uma implantação mais rápida das operações. A localização foi escolhida estrategicamente para atender os principais corredores logísticos que conectam Boa Vista a Manaus, à Guiana e à Venezuela, reduzindo o tempo de implantação e ampliando a eficiência operacional.
Durante a apresentação, o presidente da FIEAM, Antonio Silva, ressaltou que iniciativas voltadas à diversificação das rotas logísticas são fundamentais para fortalecer a competitividade da indústria da Zona Franca de Manaus e ampliar as oportunidades de integração econômica na Amazônia.
O presidente da entidade também colocou a FIEAM à disposição para estreitar o diálogo entre o Grupo BAMS e o setor industrial do Amazonas, incentivando o desenvolvimento de soluções que contribuam para melhorar a infraestrutura logística da região e ampliar sua inserção nos mercados nacional e internacional.
