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Novas empresas passam a integrar o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PA)

Editais contínuos permitem que empresas de base tecnológica se tornem residentes ou associadas

Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) | Foto: Divulgação/PCT Guamá

Empresas de tecnologia, energia renovável e inovação passam a integrar o ecossistema do Parque de Ciência e Tecnologia (PCT) Guamá, em Belém, reforçando o movimento de expansão das atividades voltadas à ciência, pesquisa e desenvolvimento no Pará.

Entre as novas residentes está a Synaptech, especializada em soluções digitais com Inteligência Artificial e sistemas de automação de processos e análise de dados. Em fase de consolidação no mercado, a empresa aposta na aproximação com instituições científicas e no amadurecimento tecnológico proporcionado pelo ambiente de inovação do Parque.

Segundo o sócio-administrador da empresa, Igor Auad, a instalação no PCT Guamá busca ampliar redes de cooperação, fortalecer a credibilidade institucional e acelerar o desenvolvimento de soluções com potencial de impacto regional e nacional.

Outra empresa que passou a integrar o complexo é a Green Carbon Energy Amazônia, voltada à transformação de resíduos em energia renovável. De acordo com o CEO Germano Pinto, a presença no Parque é estratégica pela conexão direta com universidades e centros de pesquisa da região amazônica.

O PCT Guamá reúne instituições como a Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Instituto Federal do Pará (IFPA) e Universidade do Estado do Pará (Uepa), formando um dos principais ambientes de inovação da região Norte.

Além da Synaptech e da Green Carbon Energy Amazônia, também ingressaram recentemente no Parque o Laboratório Bioprecisia e as empresas SEC365 Tecnologia em Cibersegurança, Bioma Tecnologias Ambientais e Ludus Studio.

Residência e associação

Empresas de base tecnológica interessadas em atuar no PCT Guamá podem se candidatar à residência ou associação ao Complexo, voltado à pesquisa aplicada, ao empreendedorismo inovador, à prestação de serviços tecnológicos e à transferência de tecnologia.

Os editais para residência e associação são contínuos, com inscrições abertas até a ocupação total dos módulos disponíveis, no caso de empreendimentos que vão se instalar no espaço.

Podem se conectar ao ambiente de inovação empresas formalmente constituídas, com atuação no mercado e atividades baseadas no desenvolvimento ou aprimoramento de produtos, processos ou serviços inovadores, ou com aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos.

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Vista áerea do PCT | Foto: Divulgação

Os empreendimentos devem ainda ter relação com, pelo menos, uma das áreas estratégicas do Parque, que são: Inteligência Artificial, Energia, Bioeconomia, Sustentabilidade, Tecnologia para Educação, Tecnologia Mineral, Tecnologia da Informação e Comunicação, e Economia Criativa.

As empresas residentes e associadas contam com inserção em um ambiente de inovação estruturado, proximidade com a prestação de serviços de laboratórios e centros de pesquisa, oportunidades de parcerias, ampliação de networking com startups, pesquisadores e investidores, fortalecimento da imagem institucional e acesso facilitado a iniciativas de transferência de tecnologia.

O processo para se tornar residente ou associado ao PCT é realizado pela Fundação Guamá, instituição responsável pela gestão administrativa, financeira, física e ambiental do Parque. As candidaturas devem ser feitas por formulário eletrônico, com envio de projeto, além da documentação exigida.