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Com fábrica no Polo de Manaus, MotoChefe atinge 100 lojas e acelera expansão no país

Expansão sustentada por incentivos da ZFM garante suporte e distribuição nacional para scooters e bicicletas elétricas

Foto: Divulgação/MotoChefe

A fabricante de veículos de mobilidade elétrica leve MotoChefe alcançou a marca de 100 lojas próprias e franqueadas em operação no Brasil. A expansão é impulsionada pela estrutura fabril instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM), de onde sai o portfólio da marca para abastecer os mercados consumidores das cinco regiões do país.

Apenas nos primeiros sete meses de 2026, a companhia inaugurou 44 novas unidades operacionais. Para o segundo semestre, o planejamento estratégico prevê a abertura de mais 50 pontos de venda, com a meta de encerrar o ano de 2026 com cerca de 150 lojas em funcionamento.

“Chegar a 100 lojas é um marco importante para a MotoChefe, mas o que mais nos chama atenção é a velocidade com que conseguimos construir essa rede. Estamos encontrando demanda em diferentes regiões do país e entendemos que ter presença física é fundamental para um mercado que ainda está em processo de expansão e de conhecimento por parte do consumidor. Nosso objetivo é estar cada vez mais próximos das pessoas, oferecendo acesso aos produtos, atendimento e pós-venda. Chegar a 150 unidades até o final do ano é um passo importante nessa estratégia e mostra o quanto acreditamos no potencial da mobilidade elétrica leve no Brasil”, afirma Flávio Drapal, diretor comercial da MotoChefe.

Integração da cadeia e impacto econômico

Fundada em 2019, a MotoChefe consolidou um modelo de negócios integrado que conecta a fabricação com incentivos da “Zona Franca de Manaus” a uma rede de distribuição própria. A estrutura atual da empresa engloba a montadora na capital amazonense, cinco centros de distribuição regionais e mais de 310 pontos de revenda autorizados espalhados pelo território nacional.

O portfólio montado no PIM reúne cerca de 30 modelos entre scooters e bicicletas elétricas, somando mais de 300 mil veículos comercializados desde o início das operações da marca no país.

A aceleração do ritmo fabril e a expansão do ecossistema de revendas também geram impactos positivos na economia regional e local. O aumento no volume de produção em Manaus estimula a contratação de mão de obra direta na linha de montagem, movimentando paralelamente postos de trabalho indiretos nas áreas de logística, serviços técnicos e na cadeia de fornecedores de componentes para eletromobilidade.

Fonte: Alpha Autos