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BR-319 tem licenciamento ambiental destravado após decisão do TRF-1

A nova decisão permite que a análise administrativa prossiga enquanto o caso aguarda julgamento colegiado

Obra na BR-319 | Foto: Divulgação/ Fecomércio

A guerra jurídica envolvendo o licenciamento ambiental da BR-319 teve mais um capítulo esta semana, com a suspensão da liminar que interrompia o procedimento administrativo obrigatório pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

A nova decisão permite que a análise administrativa prossiga enquanto o caso aguarda julgamento colegiado. Enquanto isso, mesmo com dificuldades, a rodovia continua com destino incerto, apesar de sua importância.

Defensores da recuperação da estrada argumentam que a ligação terrestre entre Manaus e Porto Velho pode ampliar a integração logística da região Norte e reduzir custos. Já entidades ambientais alertam para efeitos indiretos da abertura da via sobre áreas sensíveis da Amazônia.

Sem entrar no mérito judicial, o presidente da Fecomércio-RO e vice-presidente da CNC, Raniery Araújo Coêlho, defende a revitalização da rodovia como fator de logística e abastecimento, integração nacional, desenvolvimento econômico, além de soberania e acesso.

“A BR-319 possui importância absurda na economia e no comércio entre Rondônia e Amazonas. Quando for concluída, significará um salto significativo nas relações comerciais entre os dois estados. Esse isolamento tem freado o desenvolvimento da região”, disse Raniery Coêlho.