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Procon-AM alerta consumidores para riscos de golpes nas vésperas do 59º Festival de Parintins

Órgão intensifica orientações sobre venda de ingressos falsos, hospedagens inexistentes e passagens aéreas ou fluviais fraudulentas

Turistas dirigindo-se a barcos | Foto: Divulgação/Secretaria de Cultura

Com a aproximação do 59° Festival de Parintins, o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) intensificou a orientação a turistas e brincantes para mitigar os riscos de fraudes financeiras ao realizar compras e contratação de serviços relacionados ao evento. O objetivo é prevenir que os consumidores sofram golpes e garantir a segurança na hora da compra, garatindo o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Os golpes mais registrados durante o período do festival envolvem a comercialização de ingressos falsos, hospedagens inexistentes e passagens falsas, que, em muitos casos, um bilhete é vendido para mais de uma pessoa ou sequer chega a ser emitido após o pagamento.

De acordo com o diretor-presidente do Procon-AM, Jalil Fraxe, é fundamental que o consumidor desconfie de ofertas muito abaixo do valor de mercado. Segundo ele, os golpistas oferecem preços atrativos para o período do festival, e no fim, se aproveitam da ansiedade dos turistas e do receio de perder o evento para pressioná-los a pagar imediatamente, sem as devidas verificações.

Para ter um passeio seguro e confortável, o Procon-AM orienta que os consumidores:

  • Checar o histórico da empresa: Priorizar empresas credenciadas, com CNPJ ativo, histórico comprovado e avaliações de outros clientes.
  • Desconfiem de canais informais: Evite fechar negócios com perfis recém-criados em redes sociais ou sites sem canais oficiais de suporte.
  • Mantenham a atenção na forma de pagamento: Golpistas priorizam transferências via PIX ou boletos, modalidades onde a recuperação do dinheiro é mais difícil após o envio.

O sumiço do vendedor logo após a confirmação do pagamento é um dos principais sinais de golpe. Caso isso aconteça, a recomendação é registrar imediatamente todas as provas, como capturas de tela das conversas, links dos anúncios e os comprovantes bancários, além de registrar um Boletim de Ocorrência (BO) na delegacia mais próxima ou por meio da internet, acessando a Delegacia Virtual.