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Fundação Paulo Feitoza soma mais de R$ 1 bilhão em PD&I e mantém 40 projetos em áreas estratégicas da indústria

Hub de inovação, bioeconomia e IA lideram agenda tecnológica apresentada à Suframa

Foto: Divulgação

Com uma carteira que supera R$ 1 bilhão em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e mais de 40 projetos em andamento, a Fundação Paulo Feitoza (FPFtech) apresentou, na última quinta-feira (16), à Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) um conjunto de iniciativas estratégicas que posicionam a instituição no centro das agendas de inteligência artificial, bioeconomia e indústria 4.0 na Amazônia.

Entre os principais ativos em desenvolvimento estão o HAWK Innovation Center, espaço que conecta startups, empresas e universidades para desenvolver soluções voltadas à realidade da Amazônia. Com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o espaço oferece estrutura, laboratórios e mentoria, facilitando testes, parcerias e oportunidades reais de crescimento.

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Outro destaque é o Bio & Tech Hub, iniciativa que busca estruturar cadeias de bioeconomia aliadas às Tecnologias da Informação e Comunicação a partir da biodiversidade amazônica. A ideia é usar recursos da biodiversidade (como insumos naturais) junto com tecnologia para criar novos produtos, com foco em soluções sustentáveis.

Os projetos integram um modelo de ecossistema que combina formação de talentos, pesquisa aplicada e desenvolvimento de negócios, com foco em soluções de impacto econômico e socioambiental.

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A carteira atual de PD&I da fundação abrange áreas consideradas críticas para a nova indústria, como ciência de dados, automação industrial, robótica, tecnologias em saúde e inteligência artificial, segmentos que dialogam diretamente com as transformações da chamada indústria 4.0 e com a diversificação econômica da Zona Franca de Manaus.

Empreendedorismo tecnológico

A FPFtech já viabilizou a captação de mais de R$ 60 milhões para startups, ampliando a conexão entre pesquisa e mercado. Na infraestrutura, a instituição mantém laboratórios especializados em prototipagem, eletrônica, mecânica, redes industriais e automação. Ou seja, atua tanto na formação quanto no desenvolvimento de soluções.

Com 27 anos de atuação, mais de mil projetos executados e cerca de 400 colaboradores, a fundação vem consolidando um modelo que busca reduzir a distância entre pesquisa e aplicação prática, sobretudo em áreas alinhadas às vocações regionais.

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A visita institucional da Suframa à sede da entidade foi liderada pelo superintendente do órgão, Leopoldo Montenegro, acompanhado por adjuntos e coordenadores, além de dirigentes da Fundação.

“Estamos ampliando nossas ações, não só visitando fábricas, mas também institutos, a parte comercial e o agro. Queremos dar um dinamismo ainda maior na nossa gestão, com entregas e contato direto com quem investe e empreende. A FPFtech é um exemplo de como ciência, tecnologia e inovação podem gerar soluções concretas para o desenvolvimento sustentável da Amazônia”, ressaltou o superintendente.