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CBA passa a abrigar startups e estrutura polo de inovação em bioeconomia

Centro aposta em conexão com a indústria e reúne projetos com potencial de escala

Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) | Foto: Divulgação CBA

O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) passou a concentrar startups e iniciativas voltadas à bioeconomia ao adotar um modelo de atuação baseado na conexão entre pesquisa, mercado e inovação. A estratégia tem como eixo o programa CBA Open, que busca aproximar o desenvolvimento científico das demandas industriais.

Um dos principais avanços dessa estratégia é o Espaço CBA de Inovação (ECBAI), criado para abrigar startups, projetos e iniciativas voltadas à bioeconomia. O ambiente funciona como uma vitrine e também como um espaço de desenvolvimento de negócios, reunindo empresas que trabalham com biocosméticos, bioingredientes, tecnologia e economia criativa.

Na prática, o novo modelo já começa a mostrar resultados, com startups como Aruak, AmaNur, IIRES, Tropos, Jatobá, Amazon Poranga e Dárvore, que estão desenvolvendo produtos, tecnologias e modelos de negócio com potencial de escala e entrada no mercado industrial, em parceria com o próprio CBA.

Segundo o diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, o objetivo é transformar o Centro em um ambiente ativo de inovação, capaz de gerar soluções concretas para a indústria. “O CBA vem se consolidando como um hub de bionegócios na Amazônia, e o CBA Open é uma das principais expressões desse movimento. Já temos startups estruturadas e soluções sendo desenvolvidas dentro do Centro, conectando a biodiversidade às demandas do mercado”, afirmou.

O CBA apresenta esse novo posicionamento durante a Expo PIM 4.0, realizada entre os dias 18 e 20 de março, no Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus, reunindo empresas, startups, instituições de pesquisa e representantes do setor público para discutir inovação, indústria e desenvolvimento sustentável na Amazônia.