Economia
Economista Gustavo Igrejas lança obra que revisita a trajetória da Zona Franca de Manaus
Livro aborda trajetória do modelo desde 1967 e aponta desafios ligados à Reforma Tributária e à economia da Amazônia
Foto: Divulgação
O economista Gustavo Igrejas lança, nesta quarta-feira (11/12), às 17h, no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem (Senai), no Distrito Industrial, o livro “Zona Franca de Manaus: conhecendo seu passado e presente, olhando para seu futuro”, publicado pela editora Reggo. O evento deve reunir representantes do setor produtivo, academia, governo e entidades civis.
O livro, com 180 páginas, faz um panorama da Zona Franca desde a criação do modelo, em 1967. A obra divide essa trajetória em três fases: o ciclo comercial, a consolidação industrial e o período atual marcado pelos Processos Produtivos Básicos (PPBs). Cada etapa é apresentada com o contexto político e econômico que influenciou a evolução do Polo Industrial de Manaus (PIM).

Igrejas aborda os efeitos das mudanças de mercado, do avanço tecnológico e das discussões da Reforma Tributária sobre a competitividade das empresas instaladas no Amazonas. O autor afirma que o modelo depende de inovação, ajustes produtivos e responsabilidade ambiental para se manter relevante.
Entre os pontos futuros, o livro projeta a diversificação econômica, a entrada de novos investimentos verdes, o avanço da bioeconomia e ações de integração regional. Para o economista, a Zona Franca deve funcionar como uma plataforma para uma nova fase de desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Gustavo Igrejas é servidor de carreira da Suframa e já administrou a Autarquia. Hoje, atua na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Amazonas (Sedecti). Esta é sua segunda publicação sobre o tema; a primeira, de 2017, analisou os impactos da crise econômica sobre o Polo Industrial.
