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Capitais do Norte lideram alta de aluguéis no início de 2026, aponta FipeZAP

Manaus e Belém registram algumas das maiores altas do país; preços sobem acima da inflação

Mãos de duas pessoas apertam-se em acordo sobre locação ou negociação imobiliária, com miniatura de casa, contrato e chaves sobre a mesa ao fundo | Divulgação

As capitais da região Norte concentraram algumas das maiores altas nos preços de aluguel residencial no início de 2026, segundo o Índice FipeZAP de Locação Residencial. No primeiro bimestre, Manaus registrou a maior valorização entre as capitais monitoradas, com alta de 6,29%. Belém também aparece entre os destaques, com avanço de 2,92%.

No recorte anual, a capital paraense acumula alta de 15,77%, uma das maiores do país. Os dados refletem um movimento mais amplo de alta nos preços. O índice nacional avançou 1,60% no primeiro bimestre, superando a inflação medida pelo IPCA (+1,03%) e o IGP-M (-0,32%).

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Levantamento do Índice FipeZAP mostra que capitais da Região Norte, como Manaus e Belém, registraram algumas das maiores altas nos preços de aluguel residencial no início de 2026

Entre as capitais, 21 das 22 analisadas registraram aumento no período. No Norte, o movimento acompanha outras regiões, mas com variações mais intensas em algumas cidades.

O preço médio nacional do aluguel foi de R$ 51,89 por metro quadrado em fevereiro. Entre as capitais, Belém aparece entre as mais caras, com R$ 63,79/m², seguida por São Paulo (R$ 63,28/m²) e Recife (R$ 62,29/m²). Manaus tem valor médio de R$ 50,80/m².

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Levantamento do Índice FipeZAP mostra que capitais da Região Norte, como Manaus e Belém, registraram algumas das maiores altas nos preços de aluguel residencial no início de 2026

No acumulado de 12 meses, os aluguéis subiram 8,96% no país, também acima da inflação. Entre as capitais do Norte, Belém lidera a valorização, enquanto Manaus apresenta alta mais moderada, de 2,12%.

O retorno médio anual com aluguel residencial foi estimado em 6,03%. Entre as capitais, Belém (8,35% ao ano) e Manaus (8,32%) aparecem entre os maiores rendimentos, ao lado de Recife.