Inovação
Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia é inaugurado em Manaus
O Instituto vai desenvolver estudos em áreas de inteligência artificial, biotecnologia, transição energética e defesa
O Exército Brasileiro inaugurou, nesta segunda-feira (29), em Manaus, o Instituto de Pesquisas do Exército na Amazônia (IPEAM), iniciativa voltada ao fortalecimento da ciência, da inovação e da formação de recursos humanos estratégicos para a Amazônia Legal.
Instalado no Centro Regional de Manaus do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), o instituto atuará na formação de novos pesquisadores para a busca de soluções tecnológicas aplicadas à proteção, à defesa e ao desenvolvimento sustentável da região, fortalecendo a presença da ciência e da inovação na Amazônia.
Uma das principais frentes do IPEAM será o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Defesa do Instituto Militar de Engenharia (IME), com oferta de cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado em áreas estratégicas, como inteligência artificial, biotecnologia, transição energética, tecnologias quânticas e cibernética, por meio de um modelo híbrido que integrará Manaus e o Rio de Janeiro.

O instituto também desenvolverá ações de extensão voltadas à educação, incluindo aulas de reforço para estudantes do ensino fundamental, capacitação de professores da educação básica em comunidades isoladas e projetos de iniciação científica destinados a alunos e educadores da região amazônica.

Foto: Divulgação/CMA
As atividades serão realizadas em estreita cooperação com o Censipam, permitindo o compartilhamento de infraestrutura e o desenvolvimento de pesquisas e tecnologias voltadas ao monitoramento ambiental, territorial e de fronteiras, contribuindo para a proteção e a soberania da Amazônia Legal.
O IPEAM contará ainda com o apoio da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), do Instituto Federal do Amazonas (IFAM), da Capes, do CNPq e da Fapeam, consolidando uma rede de colaboração dedicada ao avanço científico, à inovação e ao desenvolvimento sustentável da região.
