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Refinaria da Amazônia trabalha com a Suframa para enquadrar refino de petróleo no PPB da Zona Franca de Manaus

PPB estabelece o conjunto mínimo de operações que devem ser realizadas localmente para assegurar o enquadramento da produção nas normas da ZFM e o acesso aos incentivos fiscais

Foto: Divulgação Ream

A Refinaria da Amazônia (Ream) recebeu, nesta segunda-feira (2), a visita técnica de equipe da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para demonstração técnica de suas etapas produtivas, trâmite necessário ao avanço do enquadramento da atividade de refino de petróleo no Processo Produtivo Básico (PPB), no âmbito da Zona Franca de Manaus (ZFM).

O PPB estabelece o conjunto mínimo de operações que devem ser realizadas localmente para assegurar o enquadramento da produção nas normas da ZFM e o acesso aos incentivos fiscais.

Durante a visita, a equipe da Suframa conheceu de forma detalhada o fluxo produtivo da refinaria, que inclui o processamento de petróleo bruto e a produção de derivados como gasolina, diesel, nafta, querosene de aviação e óleos combustíveis. A Ream possui capacidade de processamento de 7,3 milhões de litros de petróleo por dia, o equivalente a 46 mil barris diários, volume que reforça a relevância do PPB para a cadeia industrial regional.

De acordo com o vice-presidente de Refino e Negócios Logísticos do Grupo Atem e diretor executivo da Ream, Fagner Jacques, o enquadramento no PPB fortalece a indústria do refino na região.

“A Ream é uma planta industrial instalada na área da Zona Franca de Manaus e o PPB é o instrumento que formaliza e reconhece as etapas produtivas realizadas localmente. Estamos trabalhando junto à Suframa para a aprovação do PPB de produção de derivados de petróleo, o que permitirá ampliar a integração com a cadeia produtiva regional e dar maior segurança jurídica à operação”, afirmou.

Com informações da assessoria

 

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