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Pix é a forma de pagamento preferida por quase 6 em cada 10 donos de pequenos negócios

Criado há apenas cinco anos, sistema se consolidou como principal meio de recebimento entre micro e pequenos empreendedores no Brasil

Divulgação/Sebrae

O Pix já é a forma de pagamento preferida de quase 60% dos donos de pequenos negócios no Brasil, segundo levantamento do Sebrae. Criado em 2020, o sistema de transferências instantâneas do Banco Central ganhou espaço rapidamente e hoje lidera as operações financeiras entre micro e pequenas empresas, superando modalidades tradicionais como cartão de crédito, débito e dinheiro.

De acordo com a pesquisa, 59% dos empreendedores afirmam que o Pix é o principal meio utilizado para receber pagamentos. O número evidencia a forte adesão ao sistema, impulsionada pela rapidez das transações, ausência de taxas ou custos reduzidos e liquidez imediata, fatores considerados decisivos para negócios de pequeno porte.

Rapidez e baixo custo impulsionam adesão

O estudo mostra que o Pix é especialmente relevante para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenos empresários que buscam reduzir custos operacionais e melhorar o fluxo de caixa. Para esse público, a eliminação de taxas cobradas por maquininhas e a compensação imediata dos valores recebidos representam uma vantagem competitiva importante.

Além disso, o Pix também aparece como ferramenta de formalização e organização financeira, ao facilitar o registro das transações e o controle das entradas no caixa do negócio. Mesmo assim, o Sebrae alerta que o uso do sistema deve estar associado a uma gestão financeira estruturada, com separação entre contas pessoais e empresariais.

Outras formas de pagamento seguem relevantes no dia a dia dos pequenos negócios, como o cartão de crédito, citado por 38% dos empreendedores, e o cartão de débito, mas nenhuma delas alcança o nível de preferência registrado pelo Pix.

Para o Sebrae, a consolidação do sistema reflete a capacidade de inovação dos pequenos negócios e a adaptação rápida às novas tecnologias financeiras, especialmente em um cenário de digitalização acelerada da economia brasileira.

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Com informações do Sebrae

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